Newsletter Nº235

Newsletter Nº235
News­let­ter Nº235

Faz hoje anos que nas­cia, em 1802 — Benoît Four­ney­ron. Este enge­nhei­ro fran­cês ficou conhe­ci­do por ter inven­ta­do a tur­bi­na de água. Em 1827, aos 25 anos, Four­ney­ron, intro­du­ziu uma tur­bi­na de reac­ção que cana­li­za­va água atra­vés de uma câma­ra fecha­da, equi­pa­da com um anel inter­no de lâmi­nas-guia fixas. Estas lâmi­nas-guia des­vi­am a água para fora con­tra as palhe­tas em movi­men­to de um “cor­re­dor”. As palhe­tas des­se cor­re­dor exter­no eram cur­va­das na direc­ção opos­ta às lâmi­nas-guia inter­nas fixas, rever­ten­do a direc­ção do flu­xo de água den­tro do dis­po­si­ti­vo e cri­an­do uma for­ça reac­ti­va. A paten­te de Four­ney­ron des­cre­veu sua inven­ção como “uma roda de pres­são uni­ver­sal e con­tí­nua ou tur­bi­na hidráu­li­ca”. Ele mor­reu em Paris e ficou conhe­ci­do como “pai da tur­bi­na”

Faz tam­bém hoje anos que nas­cia, em 1815, Karl Wei­ers­trass. Este mate­má­ti­co ale­mão ficou conhe­ci­do como o “pai da aná­li­se moder­na”, pois seu rigor na aná­li­se levou à moder­na teo­ria das fun­ções e foi con­si­de­ra­do um dos mai­o­res pro­fes­so­res de mate­má­ti­ca de todos os tem­pos. Ele esta­va a fazer pes­qui­sas mate­má­ti­cas enquan­to pro­fes­sor do ensi­no médio, quan­do em 1854 publi­cou um arti­go sobre fun­ções abe­li­a­nas no famo­so Crel­le Jour­nal. O arti­go impres­si­o­nou tan­to a comu­ni­da­de mate­má­ti­ca que ele rece­beu um dou­to­ra­do hono­rá­rio e, em 1856, ele tinha um com­pro­mis­so na Uni­ver­si­da­de de Ber­lim. Em 1871, ele demons­trou que exis­tem fun­ções con­tí­nu­as num inter­va­lo que não têm deri­va­das nes­se inter­va­lo.

Faz igual­men­te hoje anos que nas­cia, em 1828, Joseph Swan. Este cien­tis­ta, quí­mi­co, físi­co e inven­tor inglês, nas­ci­do em Sun­der­land, Yorkshi­re, pro­du­ziu uma lâm­pa­da incan­des­cen­te eléc­tri­ca. Ele ini­ci­ou estes tes­tes na déca­da de 1840 e obte­ve uma paten­te no Rei­no Uni­do cobrin­do um vácuo par­ci­al, lâm­pa­da incan­des­cen­te de fila­men­to de car­bo­no em 1860. As lâm­pa­das ini­ci­ais de Swan pro­por­ci­o­na­vam bai­xa emis­são de luz, tinham vida cur­ta e eram ope­ra­das a par­tir de célu­las de bate­ria. A ope­ra­ção de bai­xa ten­são exi­gia uma cor­ren­te de fila­men­to rela­ti­va­men­te alta que exi­gia que a fon­te de ener­gia fos­se co-loca­li­za­da per­to da lâm­pa­da Swan. Ele tam­bém abor­dou o pro­ble­ma do des­bo­ta­men­to da impres­são foto­grá­fi­ca e, em mea­dos da déca­da de 1850, alguns come­ça­ram a expe­ri­men­tar uma solu­ção usan­do car­bo­no, aper­fei­ço­an­do e paten­te­an­do o pro­ces­so em 1864. Assim, Swan inven­tou a cha­pa foto­grá­fi­ca seca, uma impor­tan­te melho­ria na foto­gra­fia.

Faz tam­bém hoje anos que nas­cia, em 1835,Adolf von Baeyer. Este quí­mi­co ale­mão sin­te­ti­zou o índi­go (1880) e for­mu­lou sua estru­tu­ra (1883). Ele rece­beu o Pré­mio Nobel de Quí­mi­ca em 1905 “em reco­nhe­ci­men­to aos seus ser­vi­ços no avan­ço da quí­mi­ca orgâ­ni­ca e da indús­tria quí­mi­ca, atra­vés do seu tra­ba­lho em coran­tes orgâ­ni­cos e com­pos­tos hidro-aro­má­ti­cos”. Baeyer tam­bém tra­ba­lhou em ace­ti­le­no e poli-ace­ti­le­no, e daí deri­vou a famo­sa teo­ria das defor­ma­ções dos anéis de car­bo­no de Baeyer. Ele estu­dou ben­ze­no e ter­pe­no cícli­co. Nes­se con­tex­to, foi des­co­ber­ta a oxi­da­ção de ceto­nas de Baeyer-Vil­li­ger por meio de áci­dos. O seu tra­ba­lho sobre peró­xi­dos orgâ­ni­cos e com­pos­tos de ozó­nio e sobre a cone­xão entre cons­ti­tui­ção e cor des­per­tou inte­res­se espe­ci­al.

Faz igual­men­te hoje anos que nas­cia, em 1847, Gali­leo Fer­ra­ris. Este Físi­co ita­li­a­no estu­dou ópti­ca, acús­ti­ca e vári­os cam­pos da elec­tro­téc­ni­ca, mas sua des­co­ber­ta mais impor­tan­te foi o cam­po mag­né­ti­co rota­ti­vo. Ele pro­du­ziu o cam­po com dois elec­troí­ma­nes em pla­nos per­pen­di­cu­la­res, e cada um deles for­ne­ceu uma cor­ren­te que esta­va 90º fora de fase. Isto pode­ria indu­zir uma cor­ren­te num rotor de cobre incor­po­ra­do, pro­du­zin­do um motor ali­men­ta­do por cor­ren­te alter­na. Ele pro­du­ziu o seu pri­mei­ro motor de indu­ção (com 4 pólos) em 1885. Os seus prin­cí­pi­os ago­ra são apli­ca­dos na mai­o­ria dos moto­res AC de hoje, no entan­to ele recu­sou-se a paten­te­ar a sua inven­ção e pre­fe­riu colo­cá-la ao ser­vi­ço de todos.

Faz tam­bém hoje anos que nas­cia, em 1925, John Pople. Este mate­má­ti­co e quí­mi­co bri­tâ­ni­co par­ti­lhou (com Wal­ter Kohn) o Pré­mio Nobel de Quí­mi­ca de 1998 pelo seu tra­ba­lho em meto­do­lo­gia com­pu­ta­ci­o­nal para estu­dar a mecâ­ni­ca quân­ti­ca de molé­cu­las, as suas pro­pri­e­da­des e como elas agem jun­tas em reac­ções quí­mi­cas. Usan­do as leis fun­da­men­tais da mecâ­ni­ca quân­ti­ca de Schrö­din­ger, ele desen­vol­veu um pro­gra­ma de com­pu­ta­dor que, quan­do for­ne­ci­do com deta­lhes de uma molé­cu­la ou reac­ção quí­mi­ca, pro­duz uma des­cri­ção das pro­pri­e­da­des des­sa molé­cu­la ou como uma reac­ção quí­mi­ca pode ocor­rer — fre­quen­te­men­te usa­da para ilus­trar ou expli­car os resul­ta­dos de dife­ren­tes tipos de expe­ri­ên­ci­as. Pople for­ne­ceu o seu pro­gra­ma de com­pu­ta­dor GAUSSIAN para inves­ti­ga­do­res (publi­ca­do pela pri­mei­ra vez em 1970). Mais desen­vol­vi­do, ago­ra é usa­do por milha­res de quí­mi­cos em todo o mun­do.

Faz igual­men­te hoje anos que nas­cia, em 1926, Narin­der Singh Kapany. Este físi­co índio-ame­ri­ca­no é ampla­men­te reco­nhe­ci­do como o pai da fibra ópti­ca. Ele usou o ter­mo fibra ópti­ca para a tec­no­lo­gia que trans­mi­te luz atra­vés de finos fios de vidro em dis­po­si­ti­vos de endos­co­pia, linhas tele­fó­ni­cas de alta capa­ci­da­de que muda­ram os mun­dos médi­co, de comu­ni­ca­ções e de negó­ci­os. Enquan­to cres­cia em Deh­ra­dun, no nor­te da Índia, um pro­fes­sor o infor­mou que a luz via­ja­va ape­nas em linha rec­ta. Ele enca­rou isso como um desa­fio e fez do estu­do da luz a sua vida pro­fis­si­o­nal, ini­ci­al­men­te no Impe­ri­al Col­le­ge, em Lon­dres. Em 2 de Janei­ro de 1954, a Natu­re publi­cou o seu rela­tó­rio de trans­mis­são bem-suce­di­da de ima­gens atra­vés de paco­tes de fibra ópti­ca.

Por fim, faz anos hoje que nas­cia, em 1930, Micha­el Col­lins. Este astro­nau­ta dos EUA, nas­ci­do em Roma, Itá­lia, era o pilo­to do módu­lo de coman­do Apol­lo 11 em órbi­ta, enquan­to Neil Arms­trong e Edwin Aldrin cami­nha­vam na Lua. Selec­ci­o­na­do como astro­nau­ta da NASA em outu­bro de 1963, a pri­mei­ra mis­são de Col­lins foi como pilo­to reser­va da Gemi­ni VII. Como pilo­to da mis­são Gemi­ni X de três dias, lan­ça­da em 18 de Julho de 1966, ele atra­cou com o veí­cu­lo-alvo Age­na lan­ça­do sepa­ra­da­men­te e fez duas cami­nha­das espa­ci­ais, recu­pe­ran­do equi­pa­men­tos de detec­ção de micro­me­te­o­ri­tos da Age­na. Na pri­mei­ra mis­são de ater­ra­gem lunar da Apol­lo 11, lan­ça­da em 16 de Julho de 1969, ele per­ma­ne­ceu em órbi­ta enquan­to Arms­trong e Aldrin per­cor­ri­am a super­fí­cie da Lua. A sua habi­li­da­de, a recu­pe­rar a Eagle e devol­ver o orbi­ta­dor à Ter­ra, era vital para o suces­so da mis­são.

Nes­ta sema­na que pas­sou come­mo­ram-se os 50 anos des­de que foi fei­ta a pri­mei­ra liga­ção entre com­pu­ta­do­res na ARPANET, a rede per­cur­so­ra da Inter­net. A tro­ca de paco­tes da ARPANET foi base­a­da em pro­je­tos do cien­tis­ta bri­tâ­ni­co Donald Davi­es e Lawren­ce Roberts do Lin­coln Labo­ra­tory. Ini­ci­al­men­te, a ARPANET con­sis­tia em qua­tro pro­ces­sa­do­res de men­sa­gens de inter­fa­ce (IMPs) loca­li­za­dos na Uni­ver­si­da­de da Cali­fór­nia em Los Ange­les, o Aug­men­ta­ti­on Rese­ar­ch Cen­ter do Stan­ford Rese­ar­ch Ins­ti­tu­te, a Uni­ver­si­da­de da Cali­fór­nia em San­ta Bar­ba­ra e no Depar­ta­men­to de Ciên­cia da Com­pu­ta­ção da Uni­ver­si­da­de de Utah.
A pri­mei­ra men­sa­gem na ARPANET foi envi­a­da pelo pro­gra­ma­dor da UCLA Char­les S Kli­ne às 22:30 do dia 29 de Outu­bro, do Boel­ter Hall do cam­pus para o com­pu­ta­dor SDS 940 do Stan­ford Rese­ar­ch Ins­ti­tu­te.

Tam­bém nes­ta sema­na que pas­sou foi lan­ça­da a nova ver­são da Dis­tri­bui­ção Fedo­ra. O Fedo­ra 31 este­ve em desen­vol­vi­men­to nos últi­mos seis meses e, após um atra­so de uma sema­na, final­men­te che­gou com alguns dos mais recen­tes e melho­res softwa­res de códi­go aber­to e tec­no­lo­gi­as GNU / Linux, incluin­do o ambi­en­te de desk­top GNOME 3.34, o Ker­nel Linux 5.3 , Glibc 2.30, Python 3 e Node.js 12. Adi­ci­o­nal­men­te esta é a pri­mei­ra ver­são que não inclui supor­te para equi­pa­men­tos de 32-bits.

Na News­let­ter des­ta sema­na apre­sen­ta­mos diver­sos pro­je­tos de maker. É apre­sen­ta­da a revis­ta Mag­PI Nº87 de Novem­bro e o livro “Get Star­ted with Rasp­ber­ry Pi”.

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Newsletter Nº234

Newsletter Nº234
News­let­ter Nº234

Faz hoje anos que nas­cia, em 1804, Wilhelm Edu­ard Weber. Este Físi­co ale­mão inves­ti­gou o mag­ne­tis­mo ter­res­tre. Duran­te seis anos, Weber tra­ba­lhou em estrei­ta cola­bo­ra­ção com Carl Gauss. Weber desen­vol­veu mag­ne­tó­me­tros sen­sí­veis, um telé­gra­fo elec­tro­mag­né­ti­co (1833) e outros ins­tru­men­tos mag­né­ti­cos duran­te esse perío­do. O seu tra­ba­lho pos­te­ri­or sobre a razão entre as uni­da­des de car­ga elec­tro­di­nâ­mi­cas e elec­tros­tá­ti­cas mos­trou-se extre­ma­men­te impor­tan­te e foi cru­ci­al para James Clerk Maxwell na sua teo­ria elec­tro­mag­né­ti­ca da luz. (Weber des­co­briu que a pro­por­ção era de 3,1074 x 108 m / s, mas não notou o fac­to de estar pró­xi­ma da velo­ci­da­de da luz.) Os últi­mos anos de Weber foram dedi­ca­dos ao tra­ba­lho em elec­tro­di­nâ­mi­ca e na estru­tu­ra eléc­tri­ca da maté­ria. A uni­da­de mag­né­ti­ca, Weber, rece­beu o nome dele.

Faz tam­bém anos hoje que nas­cia, em 1854, Hen­drik Wil­lem Bakhuis-Roo­ze­bo­om. Este Físi­co holan­dês divul­gou a regra da fase de Gibbs por toda a Euro­pa. Ten­do ori­gi­nal­men­te ouvi­do falar de Van der Waals, Bakhuis-Roo­ze­bo­om con­ver­teu a teo­ria de Gibbs em prá­ti­ca. Enquan­to Gibbs rara­men­te expe­ri­men­ta­ra, Bakhuis-Roo­ze­bo­om fazia todos os tipos de medi­ções que ser­vi­am para pro­var a vali­da­de da regra de fase e, além dis­so, ela­bo­rou os deta­lhes da sua apli­ca­ção a mui­tos casos indi­vi­du­ais. A quí­mi­ca moder­na das ligas bene­fi­cia mui­to com a ampli­fi­ca­ção do enten­di­men­to da regra das fases.

Faz igual­men­te anos hoje que nas­cia, em 1873, Edmund Tay­lor Whit­ta­ker. Este Mate­má­ti­co inglês fez con­tri­bui­ções pio­nei­ras para a área de fun­ções espe­ci­ais, que é de par­ti­cu­lar inte­res­se na físi­ca mate­má­ti­ca. Whit­ta­ker mais conhe­ci­do pelo seu tra­ba­lho em aná­li­se, em par­ti­cu­lar aná­li­se numé­ri­ca, mas ele tam­bém tra­ba­lhou na mecâ­ni­ca celes­te e na his­tó­ria da mate­má­ti­ca apli­ca­da e da físi­ca. Ele escre­veu arti­gos sobre fun­ções algé­bri­cas e fun­ções auto­mór­fi­cas. Os seus resul­ta­dos em equa­ções dife­ren­ci­ais par­ci­ais incluí­ram uma solu­ção geral da equa­ção de Lapla­ce em três dimen­sões numa for­ma espe­cí­fi­ca e a solu­ção da equa­ção de onda. No lado apli­ca­do da mate­má­ti­ca, ele esta­va inte­res­sa­do na teo­ria da rela­ti­vi­da­de e tam­bém tra­ba­lhou em teo­ria elec­tro­mag­né­ti­ca.

Faz tam­bém anos hoje que nas­cia, em 1906, Alek­san­dr Osi­po­vi­ch Gel­fond. Este Mate­má­ti­co rus­so cri­ou téc­ni­cas bási­cas no estu­do de núme­ros trans­cen­den­tais (núme­ros que não podem ser expres­sos como raiz ou solu­ção de uma equa­ção algé­bri­ca com coe­fi­ci­en­tes raci­o­nais). Ele avan­çou pro­fun­da­men­te na teo­ria dos núme­ros trans­cen­den­tais e na teo­ria da inter­po­la­ção e apro­xi­ma­ção de fun­ções variá­veis com­ple­xas. Ele esta­be­le­ceu o carác­ter trans­cen­den­tal de qual­quer núme­ro da for­ma ab, onde a é um núme­ro algé­bri­co dife­ren­te de 0 ou 1 e b é qual­quer núme­ro algé­bri­co irra­ci­o­nal, que ago­ra é conhe­ci­do como teo­re­ma de Gel­fond. Esta decla­ra­ção resol­veu sete dos 23 pro­ble­mas famo­sos que tinham sido colo­ca­dos pelo mate­má­ti­co ale­mão David Hil­bert em 1900.

Faz igual­men­te anos hoje que nas­cia, em 1911 — Natha­ni­el Wyeth. Este Quí­mi­co e inven­tor nor­te-ame­ri­ca­no cri­ou a gar­ra­fa de plás­ti­co PET. A sua paten­te foi atri­buí­da a Du Pont e des­cre­veu essas gar­ra­fas como “úteis para engar­ra­far líqui­dos sob pres­são, como bebi­das gasei­fi­ca­das” que tinham “exce­len­tes pro­pri­e­da­des de resis­tên­cia, são resis­ten­tes ao impac­to, e são capa­zes de reter líqui­dos sob pres­sões de até 100 psig ”(US No. 3.733.309, publi­ca­do em 15 de maio de 1973). Foi o pri­mei­ro plás­ti­co ade­qua­do para arma­ze­nar bebi­das gasei­fi­ca­das que era segu­ro o sufi­ci­en­te para aten­der aos requi­si­tos de segu­ran­ça ali­men­tar. As suas outras con­tri­bui­ções inclu­em o desen­vol­vi­men­to de equi­pa­men­tos de pro­ces­sa­men­to de polí­me­ros, fibras têx­teis sin­té­ti­cas e outros pro­du­tos plás­ti­cos.

Por fim, faz anos hoje que nas­cia, em 1932, Pier­re-Gil­les de Gen­nes. Este físi­co fran­cês rece­beu o Pré­mio Nobel de Físi­ca de 1991 por “des­co­brir que méto­dos desen­vol­vi­dos para estu­dar fenó­me­nos de ordem em sis­te­mas sim­ples podem ser gene­ra­li­za­dos para for­mas mais com­ple­xas de maté­ria, em par­ti­cu­lar cris­tais e polí­me­ros líqui­dos”. Ele des­cre­veu mate­ma­ti­ca­men­te como, por exem­plo, dipo­los mag­né­ti­cos, molé­cu­las lon­gas ou cadei­as de molé­cu­las podem, sob cer­tas con­di­ções, for­mar esta­dos orde­na­dos e o que acon­te­ce quan­do eles pas­sam de um esta­do orde­na­do para um esta­do desor­de­na­do. Tais mudan­ças de ordem ocor­rem quan­do, por exem­plo, um íman aque­ci­do muda de um esta­do no qual todos os peque­nos ímans ató­mi­cos são ali­nha­dos em para­le­lo a um esta­do desor­de­na­do no qual os ímans são ori­en­ta­dos ale­a­to­ri­a­men­te.

Nes­ta sema­na que pas­sou a NASA anun­ci­ou que ain­da não con­se­guiu avis­tar a son­da Indi­a­na que se terá des­pe­nha­do na super­fí­cie da Lua. O Lunar Recon­nais­san­ce Orbi­ter da NASA pas­sou pelo local de pou­so da nave Vikram pela segun­da vez e nova­men­te foi inca­paz de detec­tar o veí­cu­lo. Este fazia par­te da mis­são Chan­draya­an 2 da Índia e, em 6 de Setem­bro, deve­ria ater­rar sua­ve­men­te na super­fí­cie da lua e ini­ci­ar duas sema­nas de inves­ti­ga­ções cien­tí­fi­cas, incluin­do a ins­ta­la­ção de um veí­cu­lo espa­ci­al. Mas no final des­se pro­ces­so, a nave ficou em silên­cio. A agên­cia espa­ci­al da Índia dis­se que avis­tou a son­da logo após o supos­to aci­den­te, mas não for­ne­ceu mais deta­lhes.

Na News­let­ter des­ta sema­na apre­sen­ta­mos diver­sos pro­je­tos de maker assim como um mode­lo 3D que pode­rá ser útil. São apre­sen­ta­das as revis­tas Hacks­pa­ce Maga­zi­ne nº 24 de Novem­bro e a newe­lec­tro­nics de 10 de Outu­bro de 2019.

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Newsletter Nº233

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Faz hoje anos que nas­cia, em 1820, Édou­ard Roche. Este astró­no­mo mate­má­ti­co fran­cês estu­dou a estru­tu­ra inter­na dos cor­pos celes­tes e foi o pri­mei­ro a pro­por um mode­lo da Ter­ra com um núcleo sóli­do. Ele deter­mi­nou em 1850 o limi­te de Roche para um saté­li­te ter uma órbi­ta está­vel em tor­no de um pla­ne­ta de den­si­da­de igual. O cor­po menor não podia ficar a 2,44 rai­os do cor­po mai­or sem se sepa­rar do efei­to da for­ça gra­vi­ta­ci­o­nal entre eles. Mais tar­de, ele fez uma aná­li­se mate­má­ti­ca rigo­ro­sa da hipó­te­se nebu­lar de Pier­re Lapla­ce e mos­trou em 1873 a ins­ta­bi­li­da­de de um cor­po em for­ma de len­te em rota­ção rápi­da.

Faz tam­bém hoje anos que nas­cia, em 1888, Paul Ber­nays. Este mate­má­ti­co e lógi­co suí­ço, ficou conhe­ci­do pelas suas ten­ta­ti­vas de desen­vol­ver uma teo­ria uni­fi­ca­da da mate­má­ti­ca. Ber­nays, influ­en­ci­a­do pelo pen­sa­men­to de Hil­bert, acre­di­ta­va que toda a estru­tu­ra da mate­má­ti­ca pode­ria ser uni­fi­ca­da como uma úni­ca enti­da­de coe­ren­te. Para ini­ci­ar esse pro­ces­so, foi neces­sá­rio ela­bo­rar um con­jun­to de axi­o­mas nos quais uma teo­ria com­ple­ta pudes­se se base­ar. Ele ten­tou colo­car a teo­ria dos con­jun­tos numa base axi­o­má­ti­ca para evi­tar os para­do­xos. Entre 1937 e 1954, Ber­nays escre­veu uma série de arti­gos no Jour­nal of Sym­bo­lic Logic que ten­ta­ram alcan­çar esse objec­ti­vo. Em 1958, Ber­nays publi­cou a teo­ria axi­o­má­ti­ca dos con­jun­tos, na qual ele com­bi­nou seu tra­ba­lho sobre a axi­o­ma­ti­za­ção da teo­ria dos con­jun­tos.

Nes­ta sema­na que pas­sou a Cano­ni­cal anun­ci­ou mais uma ver­são do Ubun­tu — o 19.10. Esta ver­são teve um foco espe­ci­al na pro­du­ti­vi­da­de do pro­gra­ma­dor em AI / ML, novos recur­sos avan­ça­dos para o MicroK8s (Kuber­ne­tes) e for­ne­cer o mais rápi­do desem­pe­nho do desk­top GNOME. Um dos hardwa­res supor­ta­dos é o O Rasp­ber­ry Pi 4 Mode­lo B. Com o GNOME 3.34, o Ubun­tu 19.10 é a rele­a­se mais rápi­da, com melho­ri­as sig­ni­fi­ca­ti­vas no desem­pe­nho, pro­por­ci­o­nan­do uma expe­ri­ên­cia mais ágil e res­pon­si­va, mes­mo em hard­ware mais anti­go. A orga­ni­za­ção das apli­ca­ções é mais fácil com a capa­ci­da­de de arras­tar e sol­tar íco­nes em pas­tas cate­go­ri­za­das, enquan­to os uti­li­za­do­res podem selec­ci­o­nar vari­an­tes cla­ras ou escu­ras do tema Yaru, depen­den­do das suas pre­fe­rên­ci­as ou para melho­rar a aces­si­bi­li­da­de da visu­a­li­za­ção.

Tam­bém esta sema­na o Chang’e 4 da Chi­na com­ple­ta 10 dias luna­res no lado mais afas­ta­do da Lua. Tan­to o Chang’e 4 como o rover Yutu 2 entra­ram num esta­do de ador­me­ci­men­to em 5 de Outu­bro, em pre­pa­ra­ção para sobre­vi­ver a uma déci­ma noi­te lunar. Duran­te a noi­te lunar de duas sema­nas, as tem­pe­ra­tu­ras podem des­cer para menos de 310 graus Fah­re­nheit nega­ti­vos (190 graus Cel­sius nega­ti­vos), ame­a­çan­do os com­po­nen­tes da son­da.

Na News­let­ter des­ta sema­na apre­sen­ta­mos diver­sos pro­je­tos de maker. São tam­bém apre­sen­ta­dos dois mode­los 3D.

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Newsletter Nº232

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News­let­ter Nº232

Faz hoje anos que nas­cia, em 1731, Henry Caven­dish. Este quí­mi­co e físi­co inglês deter­mi­nou a mas­sa e a den­si­da­de da Ter­ra. Ele inves­ti­gou as pro­pri­e­da­des do hidro­gé­nio e do dió­xi­do de car­bo­no, incluin­do a com­pa­ra­ção entre a sua den­si­da­de e a do ar. Caven­dish tam­bém mos­trou que a água era um com­pos­to e mediu o calor espe­cí­fi­co de vári­as subs­tân­ci­as. Os seus manus­cri­tos (publi­ca­dos em 1879) reve­la­ram des­co­ber­tas que ele fez em elec­tros­tá­ti­ca antes de Cou­lomb, Ohm e Fara­day — incluin­do a dedu­ção da lei do qua­dra­do inver­so da atrac­ção e repul­são elec­tros­tá­ti­ca. Ele tam­bém encon­trou capa­ci­da­de indu­ti­va espe­cí­fi­ca.

Faz tam­bém anos hoje que nas­cia, em 1892, Ear­le Dick­son. Este inven­tor ame­ri­ca­no ficou conhe­ci­do pela inven­ção do pen­so rápi­do. O seu empre­go era como com­pra­dor de algo­dão na John­son & John­son, onde sua suges­tão de tor­ná-lo um pro­du­to se tor­nou uma rea­li­da­de.

Por fim, faz anos hoje que nas­cia, em 1896, Les­ter Ger­mer. Este Físi­co ame­ri­ca­no com o seu cole­ga Clin­ton Joseph Davis­son, con­du­ziu uma expe­ri­ên­cia que foi a pri­mei­ra a demons­trar as pro­pri­e­da­des das ondas do elec­trão. Eles mos­tra­ram que um fei­xe de elec­trões dis­per­sos por um cris­tal pro­duz um padrão de difrac­ção carac­te­rís­ti­co de uma onda. Esta expe­ri­ên­cia con­fir­mou a hipó­te­se de Louis-Vic­tor de Bro­glie, fun­da­dor da mecâ­ni­ca das ondas, de que o elec­trão deve­ria mos­trar as pro­pri­e­da­des de uma onda elec­tro­mag­né­ti­ca e de uma par­tí­cu­la. Ele tam­bém estu­dou ter­mi­ô­ni­ca, ero­são de metais e físi­ca de con­tac­to.

Nes­ta sema­na que pas­sou, o CEO da Arm, Simon Segars anun­ci­ou, na sua con­fe­ren­cia Arm® Tech­Con 2019, o Arm Cus­tom Ins­truc­ti­ons, um novo recur­so da arqui­te­tu­ra Armv8‑M. As ins­tru­ções per­so­na­li­za­das da Arm serão imple­men­ta­das ini­ci­al­men­te nos CPUs Arm Cortex®-M33 a par­tir do pri­mei­ro semes­tre de 2020, sem cus­tos adi­ci­o­nais para licen­ci­a­men­tos novos e exis­ten­tes, per­mi­tin­do que os desig­ners de SoC adi­ci­o­nem as suas pró­pri­as ins­tru­ções para apli­ca­ções incor­po­ra­das espe­cí­fi­cas e de IoT, sem ris­co de frag­men­ta­ção de soft­ware.

Tam­bém nes­ta sema­na que pas­sou uma equi­pa lide­ra­da por Scott S. Shep­pard, da Car­ne­gie, encon­trou 20 novas luas a orbi­tar Satur­no. Isto aumen­ta o núme­ro total de luas do pla­ne­ta para 82, supe­ran­do Júpi­ter, que tem 79. A des­co­ber­ta foi anun­ci­a­da nes­ta segun­da-fei­ra pelo Minor Pla­net Cen­ter da União Astro­nó­mi­ca Inter­na­ci­o­nal. Cada uma das luas recém-des­co­ber­tas tem cer­ca de cin­co qui­ló­me­tros de diâ­me­tro. Dezes­se­te delas orbi­tam o pla­ne­ta para trás, ou em uma direc­ção opos­ta, sig­ni­fi­can­do que seu movi­men­to é opos­to à rota­ção do pla­ne­ta em tor­no de seu eixo. As outras três luas orbi­tam na mes­ma direc­ção em que Satur­no gira.

E é já ama­nhã que vamos ter mais uma Lis­bon Maker Fai­re, des­ta vez orga­ni­za­do pela equi­pa do Fab Lab Ben­fi­ca, e loca­li­za­do na Esco­la Supe­ri­or de Edu­ca­ção do Poli­téc­ni­co de Lis­boa. O horá­rio na sex­ta-fei­ra é da 10:00 às 18:00 e no sába­do das 10:00 às 19:30. As entra­das são grá­tis por isso apa­re­çam!

Na News­let­ter des­ta sema­na apre­sen­ta­mos diver­sos pro­je­tos de maker. É apre­sen­ta­da a revis­ta newe­lec­tro­nics de 8 de Outu­bro.

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Newsletter Nº231

Newsletter Nº231
News­let­ter Nº231

Faz hoje anos que nas­cia, em 1818, Ale­xan­der Mac­Mil­lan. Este edi­tor esco­cês, embo­ra não fos­se cien­tis­ta pro­fis­si­o­nal, fez mui­to para pro­mo­ver a ciên­cia nos tem­pos vito­ri­a­nos, publi­can­do a revis­ta Natu­re, per­mi­tin­do a comu­ni­ca­ção entre homens da ciên­cia. A pri­mei­ra edi­ção foi publi­ca­da em 4 de Novem­bro de 1869. A revis­ta teve o apoio de mui­tos cola­bo­ra­do­res influ­en­tes, incluin­do Tho­mas Hux­ley. No entan­to, per­ma­ne­ceu um desa­fio finan­cei­ro para Mac­mil­lan. Mac­mil­lan tole­rou per­das por três déca­das, por cau­sa de seu com­pro­mis­so com a mis­são da revis­ta “de colo­car dian­te do públi­co em geral os gran­des resul­ta­dos do tra­ba­lho cien­tí­fi­co e da des­co­ber­ta cien­tí­fi­ca; e ins­tar as rei­vin­di­ca­ções da ciên­cia a pas­sa­rem a um reco­nhe­ci­men­to mais geral na edu­ca­ção e na vida quo­ti­di­a­na. ”Essa mis­são con­ti­nua até os dias actu­ais.

Faz tam­bém anos hoje que nas­cia, em 1830, Geor­ge Bray­ton. Este enge­nhei­ro nor­te-ame­ri­ca­no inven­tou o pri­mei­ro motor comer­ci­al de com­bus­tão inter­na a gás (paten­te­a­do em 2 de Abril de 1872), que ele fabri­cou e ven­deu na área de Pro­vi­den­ce, Rho­de Island. O seu prin­cí­pio de igni­ção con­tí­nua tor­nou-se mais tar­de a base do motor de tur­bi­na. Uma mis­tu­ra pres­su­ri­za­da de ar-com­bus­tí­vel de um reser­va­tó­rio era infla­ma­da ao entrar num cilin­dro arre­fe­ci­do a água. O motor de Bray­ton foi sub­me­ti­do a tes­tes para abas­te­cer embar­ca­ções, um dos sub­ma­ri­nos de John Hol­land e um usa­do por alguns meses ins­ta­la­do numa car­ru­a­gem (1872–3). Na sua car­rei­ra ini­ci­al ele dedi­cou-se ao desen­vol­vi­men­to de moto­res a vapor.

Faz igual­men­te anos hoje que nas­cia, em 1904, Char­les J. Peder­sen. Este Quí­mi­co core­a­no-ame­ri­ca­no jun­ta­men­te com Jean-Marie Lehn e Donald J. Cram, rece­beu o Pré­mio Nobel de Quí­mi­ca de 1987 pela sua sín­te­se dos éte­res de coroa — um gru­po de com­pos­tos orgâ­ni­cos com inte­rac­ções estru­tu­ra-espe­cí­fi­cas de alta selec­ti­vi­da­de ao rea­gir com outros áto­mos e molé­cu­las, assim como as molé­cu­las nos orga­nis­mos vivos, isto é, molé­cu­las que podem “reco­nhe­cer” uma à outra e esco­lher com quais outras molé­cu­las for­ma­rão com­ple­xos. Os três inves­ti­ga­do­res estu­da­ram as pro­pri­e­da­des quí­mi­cas e físi­cas des­ses com­ple­xos e elu­ci­da­ram os fac­to­res que deter­mi­nam a capa­ci­da­de das molé­cu­las de se reco­nhe­ce­rem e se encai­xa­rem umas nas outras, como se uma cha­ve se fechas­se.

Por fim, faz anos hoje que nas­cia em 1944, Pier­re Delig­ne. Este Mate­má­ti­co bel­ga rece­beu a Meda­lha Fields no Con­gres­so Inter­na­ci­o­nal de Mate­má­ti­cos em Hel­sín­quia, Fin­lân­dia, em 1978, pelo seu tra­ba­lho em geo­me­tria algé­bri­ca. O seu tra­ba­lho teve ori­gem nas idei­as de André Weil sobre equa­ções poli­no­mi­ais que leva­ram a três per­gun­tas sobre quais pro­pri­e­da­des de um objec­to geo­mé­tri­co podem ser deter­mi­na­das pura­men­te alge­bri­ca­men­te. Esses três pro­ble­mas rapi­da­men­te se tor­na­ram gran­des desa­fi­os de pes­qui­sa para os mate­má­ti­cos. Uma solu­ção das três con­jec­tu­ras de Weil foi dada por Delig­ne. Este tra­ba­lho reu­niu geo­me­tria algé­bri­ca e teo­ria dos núme­ros algé­bri­cos. A solu­ção para esses pro­ble­mas exi­giu o desen­vol­vi­men­to de um novo tipo de topo­lo­gia algé­bri­ca.

Nes­ta sema­na que pas­sou ficá­mos a saber que a son­da japo­ne­sa Hayabusa2 lar­gou o ulti­mo Rover no aste­roi­de Ryu­gu. Estan­do a explo­rar o aste­roi­de des­de Junho de 2018 onde já lar­gou três outros rovers, este ulti­mo — o MINERVA-II2 — foi­lar­ga­do a cer­ca de 1 km de alti­tu­de. Este lan­ça­men­to a esta alti­tu­te, mui­to supe­ri­or à dos ante­ri­o­res lan­ça­men­tos tem por objec­ti­vo o estu­do das for­ças gra­vi­ta­ci­o­nais que atra­em os objec­tos. A son­da Hayabusa2 vol­ta­rá para a Ter­ra antes do final des­te ano, trans­por­tan­do o reci­pi­en­te de amos­tras cheio de peda­ços pre­ci­o­sos de Ryu­gu. Esta cáp­su­la che­ga­rá aos deser­tos do sul da Aus­trá­lia no final de 2020, dan­do aos cien­tis­tas a opor­tu­ni­da­de de ana­li­sar o aste­rói­de em labo­ra­tó­ri­os ter­res­tres.

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