Newsletter Nº241

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News­let­ter Nº241

Faz hoje anos que nas­cia, em 1774 — Wil­li­am Henry. Este Médi­co e quí­mi­co inglês, em 1803, propôs a cha­ma­da lei de Henry, que afir­ma que a mas­sa de um gás dis­sol­vi­do por um deter­mi­na­do volu­me de sol­ven­te, a uma tem­pe­ra­tu­ra cons­tan­te, é direc­ta­men­te pro­por­ci­o­nal à pres­são do gás aci­ma do líqui­do, des­de que nenhu­ma ação quí­mi­ca ocor­ra. A lei vale ape­nas para gases leve­men­te solú­veis a bai­xa pres­são. Henry era ami­go ínti­mo de John Dal­ton, mas, ape­sar das habi­li­da­des e alcan­ce supe­ri­o­res como expe­ri­men­ta­dor, não pos­suía a ousa­dia de Dal­ton como teó­ri­co, e Henry nun­ca se com­pro­me­teu com a teo­ria ató­mi­ca.

Faz tam­bém hoje anos que nas­cia, em 1846, Eugen Bau­mann. Este quí­mi­co ale­mão des­co­briu que a glân­du­la tirói­de era rica em iodo, um ele­men­to antes des­co­nhe­ci­do que ocor­re natu­ral­men­te no teci­do ani­mal, tor­nan­do a glân­du­la tirói­de úni­ca por ser o úni­co teci­do a con­ter iodo. Isto levou à des­co­ber­ta da hor­mo­na da tirói­de con­ten­do iodo e ao seu tra­ta­men­to em dis­túr­bi­os da tirói­de.

Faz igual­men­te hoje anos que nas­cia, em 1866, Alfred Wer­ner. Este quí­mi­co suí­ço ficou conhe­ci­do pela sua pes­qui­sa ini­ci­al sobre a estru­tu­ra dos com­pos­tos de coor­de­na­ção e deu-lhe o Pré­mio Nobel de Quí­mi­ca de 1913. Ele demons­trou que a este­reo-quí­mi­ca não era ape­nas pro­pri­e­da­de dos com­pos­tos de car­bo­no, mas era geral para toda a quí­mi­ca. A sua teo­ria da coor­de­na­ção quí­mi­ca (1893) reco­nhe­ceu que mui­tos metais pare­ci­am mos­trar valên­cia variá­vel e for­mar com­pos­tos com­ple­xos. Cer­tos metais, como o cobal­to e a pla­ti­na, foram capa­zes, por meio das suas valên­ci­as secun­dá­ri­as, de se uni­rem a um cer­to núme­ro de áto­mos ou molé­cu­las. Estes foram deno­mi­na­dos por “com­pos­tos de coor­de­na­ção” de Wer­ner e o núme­ro máxi­mo de áto­mos (ou “ligan­tes”, como ele os cha­ma­va) que podem ser uni­dos ao metal cen­tral é o seu núme­ro de coor­de­na­ção.

Faz tam­bém hoje anos que nas­cia, em 1900, Mária Tel­kes. Esta físi­ca hún­ga­ro-ame­ri­ca­na foi pio­nei­ra na apli­ca­ção de ener­gia solar à des­ti­la­ção de água e aque­ci­men­to domés­ti­co. Ela imi­grou para os EUA em 1925, tra­ba­lhou como bio­fí­si­ca (1926–37) e natu­ra­li­zou-se em 1937. Como con­sul­to­ra civil do Escri­tó­rio de Pes­qui­sa e Desen­vol­vi­men­to Cien­tí­fi­co dos EUA duran­te a Segun­da Guer­ra Mun­di­al, ela ela­bo­rou um sis­te­ma de des­ti­la­ção de água aque­ci­da por ener­gia solar para tor­nar a água do mar potá­vel. No final da déca­da de 1940, ela pro­jec­tou um sis­te­ma de arma­ze­na­men­to quí­mi­co de ener­gia solar para a pri­mei­ra casa com aque­ci­men­to solar, um pro­jec­to do MIT cons­truí­do em Dover, Mas­sa­chu­setts. Ela desen­vol­veu um fogão movi­do a ener­gia solar e, na déca­da de 1970, expe­ri­men­tou um sis­te­ma de ar con­di­ci­o­na­do que arma­ze­na­va o ar fres­co da noi­te para uso duran­te o calor do dia seguin­te.

Por fim, faz anos hoje que nas­cia, em 1927, Robert Noy­ce. Este enge­nhei­ro e inven­tor ame­ri­ca­no que, com Jack Kilby foram res­pon­sá­veis pela inven­ção do cir­cui­to inte­gra­do, um sis­te­ma de tran­sís­to­res inter­li­ga­dos num úni­co micro-chip de silí­cio. Em 1957 co-fun­dou a Fair­child Semi­con­duc­tor. Em 1968, ele e seu cole­ga Gor­don E. Moo­re foram co-fun­da­do­res da N.M. Elec­tro­nics, que mais tar­de seria reno­me­a­da para Intel Cor­po­ra­ti­on.

Nes­ta sema­na que pas­sou a Har­bor Air e mag­niX anun­ci­am o pri­mei­ro voo bem-suce­di­do do pri­mei­ro avião elé­tri­co comer­ci­al do mun­do. O voo bem-suce­di­do do ePla­ne, um DHC‑2 de Havil­land Bea­ver para seis pas­sa­gei­ros, equi­pa­do com um sis­te­ma de pro­pul­são magni500 de 750 cava­los de potên­cia (560 kW), ocor­reu no rio Fra­ser no ter­mi­nal da Har­bor Air Sea­pla­nes em Rich­mond (YVR South). O avião foi pilo­ta­do pelo CEO e fun­da­dor da Har­bor Air, Greg McDou­gall. Este vôo his­tó­ri­co sig­ni­fi­ca o iní­cio da ter­cei­ra era na avi­a­ção — a era da ele­tri­ci­da­de.

Tam­bém nes­ta sema­na que pas­sou a Blue Ori­gin lan­çou com suces­so a mis­são New Shepherd. Esta mis­são foi mais um pas­so no sen­ti­do de veri­fi­car que o New She­pard está pre­pa­ra­do para voos espa­ci­ais huma­nos, à medi­da que con­ti­nua a ser ama­du­re­ci­da a segu­ran­ça e a con­fi­an­ça do veí­cu­lo. Este foi o sex­to voo para este veí­cu­lo New She­pard em par­ti­cu­lar. A Blue Ori­gin até ago­ra reu­ti­li­zou dois boos­ters cin­co vezes cada um con­se­cu­ti­va­men­te, sen­do que hoje mar­ca um recor­de com este boos­ter a com­ple­tar o seu sex­to voo para o espa­ço e de vol­ta.

Na News­let­ter des­ta sema­na apre­sen­ta­mos diver­sos pro­je­tos de maker assim como alguns mode­los 3D úteis. É apre­sen­ta­do o Livro “Earth at Night” pela NASA.

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