Newsletter Nº130

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Faz hoje anos que nascia, em 1849, Ferdinand Georg Frobenius. Este matemático alemão nascido em Berlim ficou conhecido pelas suas contribuições para a teoria das funções elípticas, equações diferenciais, teoria dos números e a teoria grupal. Ele é conhecido pelas famosas identidades determinantes, conhecidas como fórmulas Frobenius-Stickelberger, que governam as funções elípticas e para o desenvolvimento da teoria das formas bi-quadráticas.

Faz também hoje anos que nasciam, em 1877, Gaetano Crocco e Max Mason. O primeiro foi um pioneiro italiano da aeronáutica. Foi ele que reconheceu que para que um helicóptero funcionasse correctamente no voo para a frente era necessário uma maneira de mudar o passo cíclico nas lâminas. Ele projectou uma série de aeronaves no início do século 20 e passou para projectar motores de foguete na década de 1920. Ele calculou que uma nave espacial poderia viajar de Terra para Marte, realizar um passagem de reconhecimento em Marte (sem órbita) e retornar à Terra em um tempo total de cerca de um ano. Max era um físico matemático norte-americano que durante a Primeira Guerra Mundial, inventou vários dispositivos para detecção de submarinos – várias gerações dos sensores passivos do submarino “M” da Marinha. Este aparelho focava o som para determinar a sua origem. Para determinar a direcção a partir da qual o som veio, o operador precisava apenas procurar a saída máxima em seus fones de ouvido rodando um mostrador. O dispositivo final tinha um alcance de 3 milhas. Mason tinha também um interesse especial do qual resultaram inúmeras contribuições na matemática (equações diferenciais, cálculo de variações), física (teoria electromagnética), invenção (compensadores acústicos, dispositivos de detecção de submarinos) e administração de universidades e fundações.

Por fim, faz anos hoje que nascia, em 1911, Shiing-Shen Chern. Este matemático cino-americano ficou conhecido pelas suas contribuições que foram fundamentais para geometria diferencial e topologia. Ele foi amplamente considerado como líder em geometria e um dos maiores matemáticos do século XX.

Nesta semana que passou ficámos a saber que, de acordo com físicos do CERN, o universo não deveria existir!. Um dos grandes mistérios da física moderna é porque é que a antimatéria não destruiu o universo no início dos tempos. Para explicar isso, os físicos supõem que deve haver alguma diferença entre matéria e antimatéria – além da carga eléctrica. Qualquer que seja a diferença, não está aparentemente no seu magnetismo. Os físicos do CERN na Suíça fizeram a medida mais precisa do momento magnético de um anti-protão – um número que mede como uma partícula reage à força magnética – e achou que era exactamente o mesmo que o protão, mas com o sinal oposto.
Também esta semana investigadores criaram o CRISPR para editar letras de RNA simples em células humanas. O novo sistema ‘REPAIR’ edita RNA, em vez de ADN; tem potencial para tratar doenças sem afetar permanentemente o genoma. O Instituto Broad e os cientistas do MIT que aproveitaram o CRISPR para a edição de genomas de mamíferos criaram um novo sistema molecular para a edição eficiente de RNA em células humanas. A edição de RNA, que pode alterar produtos de genes sem fazer alterações no genoma, tem um potencial profundo como ferramenta tanto para pesquisa quanto para tratamento de doenças.
Por fim, a AMD apresenta novos processadores móveis Ryzen, o processador mais rápido do mundo para notebooks ultra-finos. Depois do que se viu no Desktop, também nos equipamentos portáteis a AMD está a colocar-se em posição de concorrer a serio com a Intel. O processador móvel AMD Ryzen ™, anteriormente designado como o “Raven Ridge” APU móvel tem um consumo de 15-watt TDP e apresenta duas configurações de 4 Cores com 8 Threads, velocidades máximas entre 3.6 e 3.8 Ghz e 6 MB de L2/L3 Cache. Trazem também uma GPU Radeon Vega que pode trabalhar até 1.1 ou 1.3 Ghz e 8 ou 10 Graphics Compute Units.

Na Newsletter desta semana apresentamos diversos projetos de maker. É apresentada também a revista MagPI 62 de Novembro de 2017.

Esta Newsletter encontra-se mais uma vez disponível no sistema documenta do altLab. Todas as Newsletters encontram-se indexadas no link.